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02 ago 2019

Não cometa esses 04 erros na carreira online de Personal Trainer

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Olá personal Trainer. Será que você comete os erros que eu vou citar, ai na sua carreira online? Muito cuidado, porque esses erros podem afundar um bom planejamento de carreira e muitas vezes ser irreversível a curto e médio prazo.

Quando falamos em carreira online, diretamente temos a internet como o meio mais propagador de impressões de compra, especialmente ruins. Por isso, é justo que profissionais cuidem muito bem da marca pessoal no mercado, especialmente se você já começou seu planejamento de carreira, lendo nosso [Guia] passo a passo para carreira online de Personal Trainer. 

Vamos aos erros?

 

1) Deixar de imprimir a própria marca

Esse aqui é um erro bem cometido por profissionais que migram para o online. Ao fazer essa transição, esperam uma contrapartida de networking igual ao modo offline e isso não acontece. Pois no online, a impressão ou aplicação da marca pessoal é fundamental para um networking poderoso. O velho ditado: “Quem é visto, é lembrado”, faz todo o sentido nesse cenário.

Imprimir a própria marca significa trazer a sua assinatura para o online. Algo que não seja somente o seu produto ou serviço online, mas sim, iniciativas, ações, projetos… que validem a sua proposta no mercado. Estamos falando de conteúdo bom, presença digital, proatividade – o pacote completo da comunicação.

Por isso, não deixe isso de lado no seu planejamento de carreira. Como você pretende deixar a sua marca à vista do seu público?

 

2) Entregar apenas o produto online

Esse aqui é um erro que até profissionais mais experientes cometem – entregar o bom “feijão com arroz “, para ter um giro rápido no produto online e ganhar velocidade de trabalho. Em consequência, mais ganhos em vendas e por ai vai.. mas, ai mora o perigo. Porque o básico, mesmo que bem feito é só obrigação. Atualmente as pessoas buscam sempre o mais personalizado, o mais diferente, o mais tudo! E ai, como é que fica?

Então se você vai explorar um mercado novo, é muito importante entregar um produto online – um serviço, que crie algum tipo de experiência personalizada para o cliente. Isso vai além de bons treinos. É para o atendimento, para a venda, para formas de pagamento. Uma forma de criar a boa experiência de usabilidade do serviço por parte do seu público.

Ou, entregue o feijão com arroz, mas crie práticas de fidelização para o cliente (recompensação por longos contratos, renovações, etc).

Ah, não tenho tempo para isso? As mesmas 24 horas suas, são as minhas e de todo mundo. E se tem gente que consegue, você também vai.

 

3) Não ter uma politica flexível no mercado

Nos modelos de comercialização mais antigos, as marcas é quem ditavam o ritmo do mercado. Mas hoje, o consumidor tem o poder de decisão maior e de influenciar outros consumidores no processo de aquisição de produtos (quem aqui não lê avaliações de produtos antes de comprar?). Isso de certa forma quebrou as politicas rígidas que se tinham (e ainda tem) no mercado – pouca margem de negociação, limitação de pagamentos, poucas opções de contratação, poucas opções de reclamação ou garantia ao consumidor).

O jogo virou e ter politicas flexíveis com clientes é essencial, ainda tornando o produto muito mais atrativo para a venda. Mas não significa que não devam haver regras. O ponto é: até onde é possível flexibilizar processos para deixar o consumidor satisfeito e contratar teu serviço?

O que as marcas tem feito é implementar as politicas de flexibilização, mas estabelecer a escassez como forma de retenção nas vendas. Acusando poucas vagas, pouco tempo para fechar com tal preço, limite de personalização em tal preço, etc. Isso te ajuda a garantir uma maior taxa de conversão nas vendas aos alunos, por já ter deixado ele avançar mais na fase de compra, ao invés de colocar barreiras  já no inicio do processo.

 

4) Fugir da capacitação comercial

Já se foi a época que ser somente bom em alguma coisa já era garantia de sucesso. O que mais temos hoje em dia é o “quem sabe se vender vai mais longe”, consegue projetos, clientes, etc. O que é verdade. Esse cenário é para quem trabalha como CLT, para prestadores de serviço, empresas, etc. Ta todo mundo tendo que saber vender a sua marca.

Pois bem, e o que fazer para curvar a barreira da estagnação?

Se capacitando comercialmente. Aprendendo a vender, se comunicar, fidelizar, usar redes sociais, etc.  Desenvolver habilidades de 5 profissionais em um só, você!

Então não deixe só uma boa técnica dar a impressão que está tudo bem, uma beleza… porque chega um dado momento que o mercado traz tanta opção de produto, que os públicos nem sempre se decidem por quem é que traz mais resultado ou tem a metodologia mais eficaz, mas sim por aquele que soube vender a marca de forma muito mais efetiva.

É a tal história do mecânico bom de bico. Você sai de casa para trocar uma lâmpada queimada do farol do seu carro e sai de lá com uma troca de óleo, um jogo de pneu novo e sem salário.

 

Para fecharmos…

Tenta sair da curva e pensar de forma progressiva. Quanto mais você se sentir incomodado, melhor. Porque isso mostra falta de acomodação, o que aumenta sua capacitação no mercado.

A MFIT criou jornadas de aprendizado justamente para esse fim. São aprendizado em marketing e vendas, captação de alunos e estratégia para redes sociais – focados para o Personal Trainer. Aproveite e comece a sua agora mesmo.

Espero te ver por ai fazendo sucesso! Abraço!


Profissional de Marketing e Relações Públicas. Habilidoso com piadas ruins, mas muito bom com iniciativas estratégias. Adoro tecnologia, empreendedorismo e marketing digital, mas o que move essa carcaça de 78kg é a paixão pela pesquisa.

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